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    Fraude de serviços financeiros são impulsionadas pela intensidade de uso do ambiente digital

    O estudo da Forrester focado em companhias de Serviços Financeiros, Fraud Detection and ID Verification in Financial Services, revelou que a fraude é uma questão abrangente na indústria, com 94% de companhias tendo vivenciado algum tipo nos últimos dois anos. Esse crime se torna cada vez mais difícil de prevenir e detectar, o que representa um novo desafio para as instituições – assim como manter uma vantagem competitiva sem sacrificar a experiência do consumidor.


    Mesmo com possibilidades de fraudes, aproximadamente 70% das companhias financeiras reportaram que seus consumidores preferem usar canais digitais em comparação a outros meios. Embora esta tendência não seja nova, a mudança no comportamento do consumidor tem dado lugar para novos tipos de fraudes emergirem.

    Instituições financeiras encontraram atividades fraudulentas, como fraude de identidade e concessão de crédito, onde capacidades tecnológicas sofisticadas - insights em tempo real, máquinas automatizadas e análises preditivas - são necessárias para sinalizar atividades suspeitas rapidamente.

    Entre os golpes mais comuns, no contexto geral, furto de identidade esteve presente em 65% das empresas, falsificações com informações básicas (números de CPFs falsificados com algoritmos originais misturados com outros aleatórios) representou 58%, controle de conta representou 56%, transações com cartão não presente 46%, concessão de créditos 46% e os que não sentiram nenhuma transação fora do comum somam 6%.

    “O comportamento dos consumidores está mudando. Eles demandam, cada dia mais, uma experiência ímpar e segura no uso dos serviços adquiridos. Isso significa que falsos alertas de golpes, procedimentos morosos de identificação e prevenção e processos de acompanhamento de possíveis fraudes podem impactar negativamente a experiência do cliente. Ao mesmo tempo, falsificadores estão cada vez mais experientes e admitem que desenvolvem diferentes táticas para simular clientes legítimos, demandando estratégias diferenciadas por parte das empresas”, comenta Steve Chaouki, vice presidente executivo e head da unidade de negócios de serviços financeiros da TransUnion.

    Soluções avançadas são desenvolvidas para identificar sinais de alertas na primeira evidência. As principais ferramentas de prevenção não fornecem combate direto à golpes e solução de verificação de identidade em uma experiência ininterrupta. Cerca de seis em cada 10 empresários notaram que sua companhia frequentemente tem três ou mais detectores de fraude ou soluções de verificação de identidade. E menos de um terço está confiante da capacidade de identificá-las.

    Mais da metade (54%) das instituições financeiras indicaram que os atuais processos de verificação de identidade e detecção de fraude são muito complexos e trabalhosos – não apenas para clientes conduzirem transações, mas também para as organizações manterem as mesmas. Além disso, metade das instituições não estão satisfeitas com a capacidade de detecção de fraudes que atualmente possuem.

    As implicações provenientes de atividades fraudulentas são sentidas em toda a empresa, gerando custos altos para remediação junto às vítimas, perdas financeiras e complicações jurídicas por não conformidade. A Forrester Consulting estima 2,39% de receita em alegações de fraude para instituições financeiras, custando bilhões para as empresas todos os anos.

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